Será que o digníssimo “putado” da nação da Coba sabe o que é o Direito? Sabe….ele até é formado na kouza.
E o Direito de resposta? Sabe….ele usou isso na segunda-feira no Terras da Feira…embora ninguém lhe tenha perguntado nada.
E o Direito de autopromoção? Sabe, pois só isso justifica este “direito de resposta” onde ele dá a entender que nosso “avariador peso-pesado” dedicou-lhe quase uma página, quando apenas fez uma brevíssima referência (de linhas) a um militante que apelidou o seu líder de fraquinho…fraquinho!
E o Direito de branquear uma asneira politicamente inadmissível a um puto de 7 anos? Claro que sabe. É o que ele tenta fazer neste “direito de resposta”. Não o consegue…. Aliás, tanto não consegue desvirtuar a asneira da primeira vez que chama Alcaide de Fraquinho…fraquinho, que nem tenta arranjar desculpa para a segunda vez que o faz, no mesmo programa na semana seguinte.
E Direito de desculpar? Sim, ele pelo menos quer desculpar alguém…. Precisa é de alguém que lhe peça desculpa!
Agora o que o nosso ilustre “putado” da nação da coba não deverá saber é “o Direito/Dever de pedir desculpa aos seus próprios camaradas xuxinhas, que graças a tais bujardas, estes dedicaram-lhe um vastíssimo leque de palavras oriundas do calão, que são (im)publicáveis
Finalmente e mais importante, não sabe que tem o Direito de ficar calado!
Passo a publicar o tal direito de resposta, tal e qual como foi publicado no Terras da Feira da passada segunda-feira. Tive o cuidado e escrever os erros e tudo. Também tive o cuidado de recuperar o som do “fraquinho…fraquinho”, para que todos tenhamos o Direito a não ter Direito de resposta como este.
“Numa entrevista dada pelo Sr. vereador José Manuel Oliveira ao "Terras da Feira" do mês passado, fez o entrevistado uma referência à minha pessoa, revelando que eu tinha dito que o candidato do PS era "fraco". Cabe aqui, como é evidente e como a situação exige, uma ligeira resposta ao triste episódio proporcionado pela dita pessoa. É que, além de ter retirado do contexto a expressão por mim utilizada, este Sr. vereador ainda conseguiu publicitar a sua própria interpretação das minhas palavras, a qual está bem longe da realidade (co-mo estão a maioria das opiniões subscritas pelo mesmo senhor).
Questionado numa rádio local sobre a experiência política do Sr. Alcides Branco e perante o adjectivo que o meu interlocutor ligado ao PSD lhe aplicou ("fraco"), limitei-me a concordar ironicamente com tal epíteto. Fi-lo naquela altura e mantenho-o hoje. Alcides Branco não é, nunca foi e acredito que nunca quererá ser um político de carreira. Ele não precisa da política, como bem resulta da sua decisão de doar o salário que auferirá se for eleito presidente da Câmara às instituições de solidariedade social do concelho. Ele, ao contrário de outros, quer ser presidente para servir o município e não para se servir do município, eternizando-se no poder que o alimenta.
Aliás, se o Sr. cereador quis ouvir, eu disse ainda que Alcides Branco era muito fraco a prometer, porque não queria enganar as pessoas prometendo o impossível. Que não era um homem de muitas palavras e/ou promessas, e que era melhor a fazer do que a dizer que faz! Ora, e não é disto que nós precisamos? Chega de conversa, é preciso agir.
Portanto, e ao contrário do que fez parecer o Sr. Vereador José Manuel Oliveira, num estilo rasteiro e de forma intelectual e politicamente reprovável, nunca disse que Alcides Branco era um candidato "fraco", muito menos disse que era mais fraco que o do PSD. Até porque, fraco mais fraco, não creio que exista.
Ao Sr. vereador desculpo-lhe o impropério. É natural que quem não tem obra para apresentar, nem mesmo desculpas para dar, tenha de, na mesma entrevista, referir-se à minha pessoa e ao falecido pai do Sr. Alcides Branco. Mas, Sr. vereador, aproveitando a sua deixa, tenho de dizer-lhe: um PDM por resolver há quase nove anos; duas sentenças de demolição de prédios por ilegalidades urbanísticas por executar só neste mandato; manter ilegalizadas várias zonas industriais; ligação Feira-Arouca sem início previsto; centro de transportes inexistente - são tudo sinónimos da sua força. É que o Sr. vereador, ao contrário do Sr. Alcides Branco, é muito forte a prometer e muito fraco a fazer.
Termino (sem qualquer mágoa) a dizer-lhe, como também costumo dizer no programa de rádio onde participo semanalmente, do qual o Sr. vereador confessou ser ouvinte, que perante tudo isto, mais valia ter estado caldinho!”
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