Segundo consta, em Lobão, anda a equipa familiar do nosso estimado Aluminado de arma em punho! Arma, como quem diz, máquina fotográfica! Abeiram-se dos cidadãos (cidadãos assim pró pobre, ainda escapam ao assalto fotográfico) e pedem encarecidamente se podem tirar uma foto para o seu álbum de apoiantes! Dizem que é uma mania de pequeno que o nosso Aluminado tem em coleccionar cromos na sua caderneta!
Mesmo os mais sisudos, se necessário for, é lhe contada uma anedota e aos primeiros brilhos do esmalte….pimba, está dado o “tiro” com um flash incandescente!
Parecendo um cenário um pouco surrealista a kouza funciona assim como que “então cidadão, estás bom?”
-“sim estou!”
-Isso é bom, é um bom motivo para sorrir!”
E logo de uma assentada os ascensores improvisados e familiares directos do nosso Iluminado entram em Sena: “Gilito Aluminak e Bruni Aluminak”. Um com a máquina para o registo fotográfico e outro com bloco de merceeiro para recolher (mesmo contra a vontade do cidadão) o depoimento que depois de devidamente tratado servirá para mostrar ao povo os (des)apoios que goza pela terra, o nosso Aluminado!
Há casos em que os cidadãos após se sentirem quase violados na sua identidade, reclamam…mas “está feito….está feito”!
Este post, obviamente trata de uma realidade ficcionada….refiro-me como é óbvio aos cenários e não à historia em si!
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